segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Maria de Jesus Sá Lima

 

Maria de Jesus Sá Lima




CAPÍTULO II     



Maria de Jesus Sá Lima

Avó Paterna

                                                                                * 16/01/1896   22/10/1993

MARIA DE JESUS SÁ LIMA. (Dona Merica),  1ª filha de João Antônio do Nascimento e Sá e Luzia Francisca de Sales e Sá, casou com Manoel Felipe de Lima, 1º filho de Cosme Ferreira Lima (Pai Cosme) e Maria Rozeno do Nascimento Lima (Mãe Cimente), Pais  de catorze  filhos:
01 – João Deusdeth Sá Lima;
02 – Pedro Sá Lima;
03 – Maria do Carmo  Sá Lima;
04 – Francisco Sá Lima;
05 – Rita Sá Lima;
06 – Almerinda Sá Lima;
07 – Manoel Carlos Sá Lima;
08 – Paulo Sá Lima;
09 – Isabel Sá Lima do Nascimento  (Belzinha);
10 –  Juarez  Sá Lima;
11 – ERMANO SÁ LIMA;
12 – Jó Sá Lima;
13 – Antônio Fernandes Sá Lima;
14 – Raimundo Sá Lima (Raimundo Cosme).

afora os que Deus levou para o Céu em tenra idade, Antônio, Expedito, José, Nilton, Terezinha e José Ferdinando (gêmeo de Antônio Fernando)










Pais de Maria de Jesus Sá Lima (Dona Merica)

       Luzia Francisca de Sales e Sá        João Antônio do Nascimento e Sá
                                                        * 15/04/1874   + 19/04/1942              * 28/01/1874  11/04/1956



"João Antônio do Nascimento Sá, era o filho mais novo de uma numerosa família de onze filhos e ali tinha nascido (Fazenda Veneza - Senador Pompeu CE), em 15 de abril de 1874. Casou-se com Luzia Francisca de Fontes Braga, nascida no Riacho do Sangue, também em 1874.
Alto, magro, de pele clara e olhos azuis, não negava a ascendência europeia, portuguesa. Cabeleira muito branca, herança que repassou à maioria dos filhos e netos. Quase todos encanecem muito cedo. Afeito ao trabalho e todas as tarefas exigidas na fazenda, trabalhador incansável, organizou a Veneza de forma exemplar e cercou-se de muitos dos seus familiares, irmãos, primos, todos vivendo em harmonia e tirando da mesma terra o sustento de suas famílias.
Texto do livro Tronco de Maçaranduba - A Vida de Euclides Maia. Autoria Núbia Maia Rosseti, 2010. Cap. XVIII, pg 64








Os pais de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica): João Antonio do Nascimento e Sá, 3º filho de Antonio Vieira da Silva e Maria Apolônia do Nascimento e Sá, casou Luzia Francisca de Sales e Sá, 10ª filha de Luís José de Fontes Braga (Lulú) e Ana Joaquina dos Prazeres (Donana). Pais de dose filhos:
01 – MARIA DE JESUS SÁ LIMA casada com Manoel Felipe de Lima;
02 – Tertuliano Vieira da Silva Sá (Silva) casado com Cleonice Chaves e Sá;
03 – Antônio Vieira e Sá casado com Maria Linda Bernardo e Silva;
04 – João Vieira e Sá casado com Ercília de Carvalho e Sá;
05 – Adelaide Vieira Sá;
06 – Ana Perpétua Vieira Sá casada com Adalberto Benevides Magalhães;
07 – Luís Vieira Sá casado com Dolores Diógenes Sá;
08 – Maria Cristina Vieira Sá casada com Euclides Maia;
09 – Francisco Vieira Sá;
10 –  Áurea Sá Gadelha casada com Josipio Amora Gadelha;
11 – Francisca Vieira Sá (Francisquinha);
12 – Júlia.

Registro de Matrimônio de João Antônio do Nascimento e Sá e Luzia Francisca de Sales e Sá

Nº 58 João Antº do Nascimtº e Luzia Francisca de Salles
Aos vinte dias do mês de novembro do anno de mil oitocentos e noventa
e quatro, às onze horas da manhã, na capela do Humaitá desta freguezia de
Maria Pereira, compareceram os contrahentes João Antônio do Nascimento e Sá e Lu-
zia Francisca de Salles, ambos solteiros, em tudo habilitados e segundo o direito, e sem im-
pedimento algum, elle de vinte e um anos de idade, natural desta freguezia, onde
foi baptizado, e nella morador, filho de Antônio Vieira da Silva e de Maria
Apolônia do Nascimento e Sá, e ella de vinte annos de idade, natural da freguezia
da Cachoeira, onde foi baptizada, e nella moradora, filha de Luiz José
de Fontes Braga e de Anna Joaquina de Fontes Braga, os quais contrahentes celebra-
ram seu contracto matrimonial, recebendo-se por marido e mulher em palavras de
presente, perante mim que lhes dei a bênção nupcial intra Missam, servantis alis
servandis, sendo testemunhas Tertuliano Vieira do Nascimento e Sá e Manu-
el Antônio Rabello Vieira, os quais conheço pelos próprios. E para constar
fiz este assento, que assigno.
O Vigário José Cândido de Queiróz Lima

"Casa da Fazenda Veneza como era na infância de Cristina"
Imagem do Livro: Tronco de Maçaranduba - A Vida de Euclides Maia
Autora: Núbia Maia Rossetti 



Fazenda Veneza - Senador Pompeu CE

Fazenda Veneza - Senador Pompeu CE

"A Fazenda Veneza era propriedade antiga da família Sá. Não sei porque se chamava Veneza, a fazenda do pai de Cristina. Talvez alguma lembrança de um viajante, um imigrante ou palavra lida num almanaque, como me disseram alguns parentes, mais tarde. Não sei. Os almanaques eram fontes de informação popular importante, serviam para fazer propaganda de remédios, distraíam a contar histórias divertidas, informavam sobre saúde, dinheiro, enfim substituíam os livros para uma população menos escolarizada e numa época em que nem sempre era fácil consegui-los.
Sr. João Antônio recebia, na fazenda, com imensa alegria, as visitas dos filhos e netos; era um homem calmo e tratava bem a todos. Muitas vezes escondeu de D. Luzia traquinagens dos netos. Uma vez teve de substituir, durante a noite, uma quartinha de barro que Berenice quebrou, para evitar que D. Luzia ao perceber, no outro dia, brigasse com a menina.
Muito cedo já estava na lida, procurando o que mais pudesse agradar às visitas, leite mugido, frutas e sempre tinha reservado um carneiro, que ele mesmo matava, preparava e assava, ajudado por D. Luzia. E não podia faltar o sarapatel.
O Sr. João Antônio recebeu o mesmo nome de seu tio padre, ordenado em 1962 e quando faleceu, em 1884, deixou para o sobrinho o cálice de sua ordenação. Uma taça de cristal português, com que presenteou sua filha mais velha, Perpétua, quando se casou com Adalberto. Esta, por sua vez, deu-a a Berenice, que não era a filha mais velha, mas a primeira dos seus onze filhos a se casar, em 1953, com Orígenes Martins.
Sr. João Antônio viveu na Fazenda Veneza até 1940, quando se mudou para Senador Pompeu e faleceu, dois anos depois, em consequência de uma queda, que o deixou semiparalítico. Era conhecido por sua bondade e suas últimas palavras foram: "penso que não deixo queixas a ninguém"."
Texto do livro Tronco de Maçaranduba - A Vida de Euclides Maia. Autoria Núbia Maia Rosseti, 2010. Cap. XVIII, pg 64/65


Capa do Livro de Maria Lúcia Magalhães Corrêa 
filha de Ana Perpétua Vieira Sá casada com Adalberto Benevides Magalhães;
"Maria Lúcia Magalhães Corrêa nasceu em Senador Pompeu (CE), no dia 20 de maio de 1931. Filha de Adalberto Benevides de Magalhães e de Perpétua Sá Benevides de Magalhães. Graduou-se em Filosofia pela Faculdade Católica de Filosofia e Letras do Ceará, no ano de 1951.
Casou-se com Danilo Dalmo da Rocha Corrêa, natural de Caucaia, filho do Tenente Edson da Mota Corrêa, e tiveram seis filhos: Lucia Maria, Inês Maria, Edson Neto, Eveline Maria, Danilo Filho e Adriano, além desses, tiveram mais dois filhos adotivos: Isabela e Antônio." 


                                                     Luzia Francisca de Sales e Sá

Registro de Batismo de Luzia Francisca de Sales e Sá


Luzia (Bca): Luzia, filha legítima de Luis José de Fontes Braga, e de Anna Joaquina de Fontes Braga, nasceu a vinte nove de Janeiro de mil oitocentos setenta três digo e quatro, e foi solenemente baptizada nesta Matriz de Quixeramobim pelo Reverendo Coadjutor Salviano Pinto Brandão aos vinte três de Julho do mesmo anno. Forão Padrinhos o Reverendo Doutor Antônio Elias Saraiva Leão, Maria Francisca da Conceição, E para constar mandei fazer este assento que assino.
O Vigrº Antônio Elias Saraiva Leão
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-BTNL-S?i=78&wc=MHNS-RZQ%3A369520601%2C369523902%2C370226401&cc=2175764

Luzia Francisca de Sales e Sá

"Dona Luzia era exímia cozinheira. mulher simples, muito religiosa. ...Era mulher de rosto moreno, cabelos lisos, repuxados para trás, rentes à cabeça, enrodilhados na nuca, em coque Olhar severo, teria sido bonita quando moça. Os zigomáticos bem pronunciados, denunciando sua fração indígena. Baixinha, muito religiosa, castigava e batia nos filhos e netos, para corrigi-los, como era uso naquela época. Deixou essa impressão de austeridade. Faleceu em Senador Pompeu aos oitenta e dois anos."
Texto do livro Tronco de Maçaranduba - A Vida de Euclides Maia. Autoria Núbia Maia Rosseti, 2010. Cap. XIX, pg 69


Imagem do livro Tronco de Maçaranduba - A Vida de Euclides Maia. 
Autoria Núbia Maia Rosseti, 2010. Cap. XX, pg 73






            
Batizou Luzia Francisca de Sales e Sá
                          
Padrinho de Batismo de Luzia Francisca de Sales e Sá


Os avós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), Luís José de Fontes Braga (Lulu), que nasceu no dia 11 de Janeiro de 1829 e faleceu no dia 31 de Maio de 1916, casou com Ana Vicência de Fontes (Donana),  filha de Manuel Antônio Rodrigues do Nascimento  e Mariana Francisca dos Prazeres. Pais de:

01 – Francisco Braga – Chico Braga;
02 – Quitéria;
03 – Maria Joaquina dos Prazeres;
04 – Luís de Fontes Braga – Luís Pepê;
05 – Manoel de Fontes Braga;
06 – Francisca das Chagas de Fontes Braga;
07 – Maria Cândida Machado – Dona Maria;
08 – Serafina;
09 –  José de Fontes Braga;
10 – LUZIA FRANCISCA DE SALES E SÁ;
11 – João de Fontes Braga;
12 – Ana de Fontes Braga;
13 – Josefa de Fontes Braga;
14 – Joaquim de fontes Braga;
15 – Antônio de Fontes Braga;
16 – Sebastião de Fontes Braga.

Os bisavós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), o português Francisco José de Fontes Braga casado com  Quitéria Maria Pessoa, filha Manuel Antônio Rodrigues Machado e Luzia Maria Pessoa. Pais de:

01  José, nasceu no dia 16 de Janeiro de 1822 e faleceu no dia 14 de Julho de 1826 (vítima de incêndio aos 6 anos)
02 – LUIS JOSÉ DE FONTES BRAGA.

Assinatura de Luis José de Fontes Braga


Registro de Batismo de José de Fontes Braga



Aos dezesseis de Janrº de mil oitocentos e vinte e dois na Fazenda Logrador o Padre Ambrósio Roiz Machado baptizou e pôs os Santos óleos ao párvolo José nascido a onze de Jrº Mª presença Flº legítimo de Francº José de Fontes Braga e Quitéria Maria nesta fregª. Forão padrinhos Mel Ant Roiz Machado e Josefa Maria Pessoa, de que mandei fazer este assento que assino. 
O Vigário João Roiz Leite 
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-BYS6-PW?i=67&wc=MHN9-R23%3A369520601%2C369523902%2C369844001&cc=2175764


                                                                                       Registro de Óbito de José de Fontes Braga

Aos quatorze de Julho de mil oitocentos e vinte e oito falleceu da vida presente o párvulo José, de incêndio de fogo, com idade de seis anos, filho legítimo de Francisco José de Fontes Braga e Quitéria Maria Pessoa desta freguesia envolto em hábito verde e sepultado nesta Matriz do que para constar fiz este termo que assinei
O Vigrº Bento Ant Fernandes
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-193S-6?i=137&wc=MHNQ-



       Registro de Óbito de Luis José de Fontes Braga

Faleceu a trinta e um de Maio de mil novecentos e dezesseis no Sítio Bom Jesus, freguesia de Cachoeira, o adulto Luiz José de Fontes Braga de idade de oitenta e sete anos, casado que era com Ana Vicência de Fontes. Foi encomendado e sepultado no dia seguinte no Cemitério desta Vila. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Francisco Assis de Castro Monteiro 

                                                                       Registro de Óbito de Ana Vicência de Fontes Braga
Faleceu a dezessete de junho de mil novecentos e vinte e um no lugar Bom Jesus, freguesia de Cachoeira, a adulta Anna Vicência de Fontes Braga de idade de setenta e nove anos, viúva de Luiz José de Fontes Braga. Foi encomendado e sepultado no dia seguinte no Cemitério público desta Vila. E para constar mandei fazer este termo. O Vigário Francisco Assis de Castro Monteiro 


Fazenda Bom Jesus Solonópole - Casa de Francisco Bezerra Braga
filho de Joaquim de Fontes Braga e Júlia Bezerra do Amaral, neto de Luiz José de Fontes Braga




– Machados. Citados no capítulo II  - Raimundo Girão

Luiza Maria Pessoa casou com Manuel Antônio Rodrigues Machado, pais de  13 filhos...Entre os quais: Quitéria Maria Pessoa, em 02 de Dezembro de 1820 em Quixeramobim casou com FRANCISCO JOSÉ DE FONTES BRAGA, português, pai do único filho: Luís José Fontes Braga (Lulu) casado com Ana Joaquina dos Prazeres – Donana, filha de Manuel Antônio do Nascimento e Mariana Francisca dos Prazeres. Pais de 19 filhos, dos quais  8 morreram em terra idade, entre os outros: Bn68 – Luzia de Fontes Braga, casada com João Antônio Vieira Sá, com numerosa prole.

Velhos Troncos Familiares.
14FRANCISCO JOSÉ DE FONTES BRAGA – Natural da cidade  de Aracati e oriundo de família pernambucana. Casou-se com Quitéria Maria Pessoa , filha do Capitão Manuel Antônio Rodrigues Machado. Deixou apenas um filho,  de nome Luís José de Fontes Braga, que, ao atingir a maioridade, se mudou para o Município de Riacho do Sangues, hoje Frade, onde deixou descendência. O Dr. Raimundo Girão, ilustre genealogista cearense, em interessante  trabalho sobre os RODRIGUES MACHADO, publicado no número 5 REVISTA GENEALÓGICA BRASILEIRA, ano de 1942, afirma que Quitéria Maria Pessoa, filha do Capitão-mor Manuel Antônio Rodrigues Machado,  fora casada com Manuel Jesus Vieira. Entretanto, no primeiro cartório de Mombaça existe o inventário, procedido de 1830, dos bens deixados por Francisco José de Fontes Braga e do  qual se verifica ter sido o mesmo casado com referida Quitéria Maria Pessoa. Às fls. 14 dos mesmos autos está uma petição que assim começa: - “Diz o Capitão Manuel Rodrigues Machado, deste termo (Quixeramobim), que da conta corrente junta mostra dever-lhe seu falecido genro Francisco José de Fontes Braga a quantia de quinhentos quarenta oito mil e duzentos réis ... ”Quitéria convolou novas núpcias, pois, às fls. 45-46 dos citados autos, se Lê uma petição, firmada pelo Padre Ambrósio Rodrigues Machado, do Termo da Vila de Quixeramobim, que ficando viúva sua irmã Quitéria Maria Pessoa e fazendo-se inventário, para se dar partilha a um único órfão que ficou, assinara a suplicada o termo de tutela do dito órfão, com Provisão da Relação, e fora o suplicante o seu fiador. Acontece que, há pouco casada, a suplicada por consequência perdeu o direito de continuar na tutela, por lhe ser isto expressamente proibido pela Ord. Do Livro 4.o, Tit. 102, § 3.o ...” os autos não esclarecem quem foi o segundo esposo de Quitéria Maria Pessoa, mas é de se concluir que foi Manuel Jesus Vieira, diante do que diz o Dr. Raimundo Girão. 

Fonte: Mombaça Biografia de um Sertão Cap. VI Velhos Troncos Familiares – A Tavares.


Registro de Casamento de Francisco José de Fontes Braga e Quitéria Maria Pessoa

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Registro de Óbito de Francisco José de Fontes Braga

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-193S-W?i=144&wc=MHNQ-STL%3A369520601%2C369523902%2C370717601&cc=2175764

Os 
trisavós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica),  Manoel Antônio Rodrigues Machado filho de Pedro Rodrigues Fidalgo e Teresa Machado casado com Luiza Maria Pessoa , filha de Cosme Rabelo Vieira e Maria Pessoa da Silva – Filha. Pais de  filhos:
01 – Manuel Antônio Rodrigues Machado Júnior;
02 – Maria José Pessoa da Silva;
03 – Josefa Maria Pessoa;
04 – Padre Ambrósio Rodrigues Machado;
05 – José Antônio Rodrigues Machado;
06 – Isabel Maria Pessoa;
07 – QUITÉRIA MARIA PESSOA;
08 – Ana Joana Pessoa da Silva;
09 – Jacinta Maria Pessoa;
10 – Miguel Antônio Rodrigues Machado;
11 – Francisca Maria Pessoa;
12 – Maria Clementina do Amor Divino;
13 – Clara Maria da Conceição.


Assinatura de Quitéria Maria Pessoa

Inventário de 1835 de Manoel Antônio Rodrigues Machado inventariante Padre Ambrósio Rodrigues Machado e Silva




Registro de Batismo de Quitéria Maria Pessoa

Aos treze de Outubro de mil setecentos e noventa e oito nesta freguesia o R. A. Manuel de S. Mônica baptizou e pôs os Santos Óleosa Quitéria filha legítima de Manuel Antônio Rodrigues Machado, Luzia Maria, forão Padrinhos Jerônimo Costa e Maria Correia, todos dessa freguesia, do que fiz este termo em que me assinei
Cura José Feliz de Morais
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-BBS6-56?i=192&wc=MHN9-7TG%3A369520601%2C369523902%2C369664701&cc=2175764


Assinatura de Cosme Rabelo Vieira
                                           

Os tetravós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), COSME RABELO VIEIRAsargento Mor, filho de André Rabelo Vieira e Luísa Fernandes Fagundes, casado com Maria Pessoa da Silva, filha de Vitoriano Correia Vieira e Maria Pessoa da silva – Mãe. Pais de:
01 – Manuel Rabelo Vieira;
02 – Ana Pessoa da Silva;
03 – Maria Rabelo Vieira;
04 – Matias Rabelo Vieira;
05 – José Rabelo Vieira;
06 –  LUIZA MARIA PESSOA;
07 – Eugênia Maria Pessoa;
08 – Francisca Maria Pessoa.

Capela de N. Sra da Conceição - Barra do Sítiá - Banabuiú Ce

Luzia Maria Pessoa nasceu na Barra do Sitiá, em cuja capela de N. Senhora da Conceição, filial da matriz de S. Antônio de Quixeramobim, foi batizada pelo Padre Frutuoso Teixeira Cabral, conforme consta do livro n. 225, fls. 8, da freguesia de Quixeramobim, existente no arquivo da Arquidiocese de Fortaleza. Foram seus padrinhos o Licenciado Matias Gomes Barreto, solteiro, e Úrsula Correia Vieira, solteira. Faleceu em 1813, tendo sido feito em Quixeramobim o seu inventário.
(Girão, Raimundo. 1967. Montes , Machados e Girões)

Óbito de Luzia Maria Pessoa

Aos vinte e oito de Abril de mil oitocentos e treze falleceu da vida presente, repentinamente, D. Luzia Maria Pessoa, casada com o Capitão Manuel Antônio Rodrigues Machado, moradores nesta freguesia; foi sepultada na Capella da Barra, encomendada pelo Padre André de Albuquerque e Mello do que fiz este termo para constar, em que assinei.
O Vigrº João Roiz Leite.
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939V-193D-L?i=19&wc=MHNQ-STL%3A369520601%2C369523902%2C370717601&cc=2175764



Os pentavós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), Vitoriano Correia Vieira filho de Nicolau Correia Vieira e Custódia Vieira, casou-se com Maria Pessoa da Silva, filha de Manuel Pessoa da Silva e Francisca de Sousa Martins. Pais de seis filhos:

01 – MARIA PESSOA DA SILVA;
02 – Anselmo Rabelo Vieira;
03 – Ana Pessoa Correia Vieira;
04 – Isabel Correia Vieira;
05 – Manuel Correia Vieira;
06 – Úrsula Correia Vieira.

Inventário de 1745 de Maria Pessoa da Silva casada com Manoel Gomes Barreto 2º esposo inventariante


Os Hexavós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), Manuel Pessoa da Silva se casou com Francisca de Sousa Martins, 5ª  filha de Gaspar de Sousa Barbalho e Vitória Leonor de Montes. Pais de:
01 – Manuel Pessoa da Silva Júnior;
02 – MARIA PESSOA DA SILVA.

Inventário de 1741 de Manoel Pessoa da Silva casado com Francisca de Sá inventariante

Os heptavós de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), Gaspar de Sousa Barbalho casado com VITÓRIA LEONOR DE MONTES, filha de João de Montes Bucarro. Pais de: Pedro Rodrigues e Teresa Machado casado com Luiza Maria Pessoa, filha de Cosme Rabelo Vieira e Maria Pessoa da Silva – Filha. Pais de filhos:
01 – Manuel de Sousa Barbalho;
02 – Páscoa de Sousa Barbalho;
03 – Úrsula de Sousa Montes;
04 – Tomásia de Montes;
05 – FRANCISCA DE SOUSA MARTINS;
06 – Gregório de Montes Sousa;
07 – Ponciana de Sousa Barbalho;
08 – Francisca Maria Pessoa.

 O octavô de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), João de Montes Bucarro filho de Jorge de Montes Bucarro e Paula Martins, Pai de:
01 – Francisco de Montes e Silva;
02 – Isabel de Montes;
03 – Simão de Montes Pereira;
04 – VITÓRIA LEONOR DE MONTES.


Registro de Óbito de Francisco de Montes e Silva

Aos seis dias do mês de setembro de mil setecentos e sessenta e cinco nesta matriz de Nossa Senhora da Expectação do Icó fiz ritual das exéquias do defunto coronel Francisco de Montes e Silva desta matriz freguês e bem feitor que era desta matriz, e mandei a missa cantada com todos reverendos padres que declarado mês e para constar fiz este assento e me assino mais reverendo sacerdotes 
Domingos Salgado Mota, Cura e Vigário da Vara do Icó.

Registro de Matrimônio de: Ten. Manoel de Montes e Silva e Maria de Sousa 
Ten. Manoel de Montes e Silva filho de Francisco de Montes e Silva;
Aos vinte e quatro dias do mês de novembro de 1734 anos, pela manhã nesta matriz de Nossa Senhora da Expectação do Icó, onde os contraentes são moradores e naturaes, feitas as denunciações e sem descobrir impedimento como consta dos banhos presentes (as testemunhas)  o reverendo Joam Alves e Joam Ribeyro ... em ...presentes se fez em palavras de presente solenemente o tenente coronel Manoel de Montes e Silva natural desta freguesia, filho natural do coronel Francisco de Montes e Silva e Esperança Pessoa, e Maria de Souza natural da freguesia de Penedo, deste bispado. Filho de Francisco de Souza, já defunto, e de Plácida; de que fiz este assento que por verdade assinei.// Antônio Barboza Gerés. // O cura vigário  da villa  Icó

Registro de Matrimônio de: João de Montes Batista e Antônia de Lima
                                                   
  João de Montes Batista filho de Gaspar de Sousa Barbalho Vitória Leonor de Montes 



nono avô de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), JORGE DE MONTES BUCARO casou com Paula Martins, Pais de:
01 – Paulo de Montes Bucarro;
02 – Pedro de Montes Bucarro;
03 – JOÃO DE MONTES BUCARRO.

décimo avô de MARIA DE JESUS SÁ LIMA (Dona Merica), GERALDO DE MONTES Pai de:
01 – JORGE DE MONTES BUCARRO.

No início do século XVII, os MONTES, em número de cinco irmãos moços, dois homens e três mulheres,  emigraram da Espanha, fugidos da Inquisição, em cujas fogueiras queimados seus pais por ordem da Santa  Igreja Católica.
A família Montes e Silva na sua primeira época, quando os primeiros deles chegaram ao Ceará, ocupando terras obtidas por meio de sesmarias e montando currais de criação de gados.
Sabe-se que da segunda dessas sesmarias – chamada “Data dos Homens do Rio São Francisco”, na ribeira do Icó, concedida em 24 de Janeiro de 1682, pelo Governador da Bahia, Roque da Costa Barreto a 40 co-heréus, participaram vários Montes: João de Montes, Paulo de Montes, Pedro de Montes.
Paulo de Montes foi mais tarde Capitão de cavalos do Distrito de Boqueirão do Jaguaribe (carta patente de 26 de abril de 1702). Pedro de Montes, por nomeação de 5 de junho de 1702, chegou a ser Capitão de Infantaria da ordenança de regimento dos Auxiliares, em ação contra o gentio-bárbaro. João de Montes, que aparece às vezes com o nome João de Montes Bocarro (ou Bucarro) era filho de Jorge de Montes Bucarro e Paula Martins, transferindo-se do baixo - São Francisco para o Rio Grande do Norte e foi, nas palavras de Antônio Bezerra, “Oficial brioso e valente”, merecendo carta-patente de capitão do terço dos Paulistas, assinada pelo Rei D. Pedro II, de Portugal e datada de 1699.
A “Data dos Homens do são Francisco” outorgava a cada heréu, “3 léguas de comprimento com 12 de largura, seis para cada banda do rio, providos sucessivamente, sem saltear”. E começava do boqueirão do Cunha, onde findava a primeira data do Jaguaribe, doada a Manoel de Abreu Soares e mais 14 companheiros, os chamados “homens do Rio grande”, em 23 de janeiro de 1681.

João de Montes Bucarro localizou-se a uma légua e meia abaixo da hoje cidade de Icó, instalando fazenda de criar, que se chamou fazenda do Pilar. Depois recebeu outras sesmarias, inclusive no Banabuiú, e a do riacho Truçu, a qual viria se um dos motivos imediatos das inglórias briga s montes - Feitosa. Talvez se possa identificar João de Montes Bucarro como o discutido e imaginado Geraldo Montes.
Não se afirma, mas é provável que Paulo de Montes Pedro de Montes e João de Montes (Bucarro) fossem irmãos. Certo, entretanto, é ser este último pai de (afora outros): 1- Francisco de Montes e Silva; 2- Isabel de Montes; 3 – Simão de Montes; 4 – VITÓRIA LEONOR DE MONTES.

gd . e . f . c .h

Os avós paternos de Maria de Jesus Sá Lima, Antônio Vieira da Silva, filho de Manoel Vieira da Silva e Custódia Gomes de Sá, casado com Maria Apolônia do Nascimento e Sá. Pais de:
01 – Fausto Vieira do Nascimento e Sá casado com Ana Pessoa Machado;
02 – Maria Emília do N. e Sá casado com Luís Francisco do N e Sá;
03 – JOÃO ANTONIO DO NASCIMENTO E SÁ casado com Luzia Francisca de Sales e Sá;
04 – Enéas Vieira do Nascimento e Sá casado com Maria Pedrosa Sá;
05 – Custódia Modesta Sá casada com João de Fontes Braga;
06 – Antônia Maria do N. e Sá casada com José Antônio de Fontes Braga;
07 – Tertuliano Vieira do Nascimento e Sá casado com Maria Pessoa e Sá;
08  Maria Regina do Nascimento e Sá casada com Luiz Nonato do Nascimento e Sá
09 – Ana Maria do Nascimento e Sá

 Os bisavós paternos de Maria de Jesus Sá Lima, Antônio José Pereira de Sá, casado com Antônia Nunes da Silveira - Antonina. Pais  de:
01 – João Antônio do Nascimento e Sá - Padre;
02 –. Joaquim Pereira do N e Sá casado com Joana Cavalcante  de Albuquerque;
03 –  MARIA APOLÔNIA DO NASCIMENTO E SÁ casada com Antônio Vieira  da Silva;
04 – Francisco Antônio do Nascimento e Sá casado com Luísa Gomes  de Sá;
05 – Maria do Nascimento e  Sá casada com  Ildefonso Vieira da Silva;
06  Maria - n. 24/02/1842 f. 03/03/1842.
Aqui encerra esse ramo genealógico.


Registro de Óbito de Maria - n. 24/02/1842 f. 03/03/1842.

Maria, párvula filha legítima de Antônio José Pereira e Antônia Nunes da Silveira faleceu aos três de Março do ano de mil oitocentos e quarenta e dois na idade de onze dias foi sepultada nesta Matriz grades acima envolta em hábito encarnado por mim encomendado de que constar mandei fazer este assento que me assino.
O Vigário Antônio José Sarmento de Benevides
Livro de óbito da Freguesia de Nossa Senhora da Glória de Maria Pereira


Registro de Óbito de Antônio do Nascimento e Sá

Antônio do Nascimento e Sá casado que foi com Antônia Nunes faleceu repentinamente na idade de trinta e quatro anos aos trinta de Novembro de mil oitocentos e trinta, foi envolto em pano preto, encomendado por mim Vigário, e sepultado nesta  Matriz, grades acima, e para constar mandei lançar este assento, em que me assigno.

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939K-2535-CN?i=150&wc=9VRG-MJ9%3A370140801%2C370140802%2C370166901&cc=2177286





Padre João  do Nascimento e Sá
Irmão de Antonia Nunes da Silveira




João do Nascimento e Sá foi o 5º e o 7º vigário de Mombaça-CE, nos períodos de 1838 a 1842 e de 12 de abril de 1867 a 12 de março de 1868, antecedendo ao seu sobrinho, o padre João Antônio do Nascimento e Sá. Segundo a tradição, era um sacerdote virtuoso, dedicadíssimo ao serviço da Matriz. Atendia com solicitude a todos os chamados para confissão de hora de morte nos mais distantes lugares da freguesia. Sempre mereceu respeito e maior acatamento de todos os seus paroquianos. Era natural do município de Sousa, Estado da Paraíba, e coadjutor do vigário Antônio José Sarmento de Benevides, seu parente. Com o falecimento deste, passou novamente a dirigir a freguesia em caráter interino. Posteriormente, ao ser criada a paróquia de Pedra Branca-CE, cujo padroeiro é São Sebastião, em 23 de agosto de 1873, foi nomeado seu primeiro vigário. Anteriormente, em 25 de abril de 1857, o padre João do Nascimento e Sá, entrou em exercício no cargo de primeiro professor de primeiras letras de Pedra Branca, então distrito de Maria Pereira, atual Mombaça. Faleceu no dia 21 de outubro de 1890, com mais de 80 anos, sendo sepultado ao pé do altar mor da Igreja Matriz de São Sebastião, em Pedra Branca. Foto: Acervo do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico) 





Padre João Antonio do Nascimento e Sá
  Filho de Antonia Nunes da Silveira                     




João Antônio do Nascimento e Sá foi o 8º vigário de Mombaça-CE, sucedendo ao seu tio, o Padre João do Nascimento e Sá. Nasceu em Souza-PB, a 26 de setembro de 1839 e faleceu no sítio Sobradinho, em Mombaça-CE, a 21 de agosto de 1884, aos 45 anos de idade incompletos. Era filho de Antônio José Pereira de Sá e de Antônia Nunes da Silveira. Ordenou-se em Fortaleza-CE, a 20 de setembro de 1862. Foi vigário de Mombaça-CE no período de 12 de março de 1868 a 21 de agosto de 1884, durante 16 anos, quando faleceu, sendo sepultado na Igreja de Nossa Senhora da Glória. Era portador de brilhante inteligência e boa oratória. No exercício das funções eclesiásticas sempre deu as mais positivas provas do seu valor moral, do seu bem formado espírito de cristão. Foi chefe do Partido Liberal no município, elegendo-se Deputado Provincial em duas legislaturas. Na sessão de 2 de outubro de 1883 foi eleito presidente da Assembleia Provincial. Sacerdote de costumes puros, de alto e nobre caráter, muito querido e respeitado por seus paroquianos, tinha, porém, um hábito interessante: gostava muito de dançar. Sempre comparecia aos bailes promovidos pela melhor sociedade local, vestindo elegante casaca. Exímio marcador de quadrilha e excelente dançarino de valsas vienenses. Em 1935, em sua homenagem, passou a funcionar em Mombaça-CE, o Grupo Escolar Padre João Antônio, com sete professoras, sucedendo às Escolas Reunidas de Mombaça. A primeira diretora foi a professora Maria de Lourdes Ferreira Costa. O Grupo Escolar Padre João Antônio localizava-se onde hoje funcionam os cartórios Costa e Veras, à rua Antônio Evangelista Sobrinho
                               



MERICA COM OS GENROS E NORAS: 

Da esquerda p/direita: João Cadeira, Angelina, Carmelita Ribeiro, MERICA, Terezinha, Valda, Dedeus, João Cimente.

ABAIXO OS FILHOS: 

Da esquerda p/direita: Maria do Carmo (Mimosa), Pedro, Deusdete, Almerinda, Isabel



                                Carta feita por Madrinha Merica e endereçada a seus familiares:














Sítio Canudos (Mombaça), 16 de julho de 1988.
Queridos filhos, netos, bisnetos e trinetos


Deus os abençoe proteja e guarde.

Hoje, dia de N. Sra. do Carmo, gostaria de fazer à minha família algumas recordações.
Quero dizer inicialmente que não me arrependo de ter me casado jovem, pois se alguma coisa eu ignorava, nada me escandalizou. Casei-me muito jovem, porque amava Manuel e torno a dizer: em momento algum me arrependi de meu casamento porque, apesar da família numerosa, hoje vejo todos realizados. Minha maior alegria atualmente é ver o jarro com rosas que me foram ofertadas no dia do meu aniversário e que representam meus filhos; cada vez que as vejo,sinto-me perto deles, dos filhos que representam o fruto do meu afeto por Manuel. Aos 92 anos e seis meses de idade, agradeço a Deus a força que tive durante todos estes anos; hoje, apesar de não ter mais o prazer de possuir minha casa, estou em casa de minha filha Belzinha que faz por mim mais do que eu mereço, pois tudo eu tenho nas mãos, do café da manhã até a hora do jantar. Rogo a Deus por todos os meus filhos, mas sempre peço a Ele que olhe de modo especial por esta minha filha que está me amparando na velhice.
Queria que Deus me conservasse viva enquanto eu tivesse lucidez esto é, não caducasse, para não servir de palhaça para os outros.
Durante minha longa vida passei por muitos momentos de alegria e felicidade mas, a maior alegria que tive na vida foi o nascimento de meu primeiro filho João Deusdete. Ao lado de momentos felizes houve muitas dores e sofrimentos, mas nada pode ser comparado com a dor que senti com a morte de meu filho Manuel Carlos (Carrinho) que ainda moço perdeu o amor da vida; ainda hoje sinto lágrimas ao recordá-lo. Conforta-me saber que tudo foi permitido por Deus.
Nunca imaginei ser avó de um Padre (Pe. Sebastião Sá Lima), isto é para mim uma felicidade imensa; quero que o Divino Espírito Santo o ilumine e esteja sempre ao seu lado, dando-lhes forças em sua caminhada.
Recomendo a meus netos e netas casados, bem como a todos da família que tenham paciência; desejo que todos tenham uma boa sorte, mas a paciência é a solução de tudo. O sofrimento sem paciência torna-se em desespero. A paciência é amarga, mas o fruto é doce.
Nos cem anos de Manuel queria ver reinar muita paz entre meus familiares.
Hoje, já no final da vida, os meus dias são preenchidos com oração pelos membros da minha família e com as recordações dos bons tempos passados. Apesar de tudo sou conformada com os desígnios de Deus e creio poder dizer que minha missão está cumprida.
Quero finalizar dizendo a todos vocês, meus filhos, netos bisnetos e trinetos que espero que Deus os abençoe sempre e que um dia possamos nos reunir na Morada Celeste.

A humilde serva de Cristo.







Sebastião Sá Lima - neto
Ordenação Diaconal - dia 15.12.1994
Ordenação Sacerdotal - dia 29.06.1985
Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15)



Histórico Pastoral:– De 16/08/1985 a 22/08/1988: Pároco de Mineirolândia;
– De 15/03/1988 a 05/03/1994: Pároco da Catedral da Diocese de Iguatu;
– De 04/08/1995 a 30/01/2001: Pároco de Santa Cruz – Acre;
– De 28/02/2001…Cooperador da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição –
– 28/02/2001 – Paroquial Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Conjunto Ceará para atender a Área Pastoral Nossa Senhora das Graças (Parque Genibaú);
– 11/01/2008 – nomeação de Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques de Vigário Paroquial para a Área Pastoral Nossa Senhora das Graças – Parque Genibaú, Fortaleza-CE;
– 02/01/2012 – Vigário Paroquial de São José de Ribamar – Aquiraz


Provisão:02/01/2012 – Vigário Paroquial de São José de Ribamar – Aquiraz
fonte://www.arquidiocesedefortaleza.org.br/presbiterio/padres-diocesanos/pe-sebastiao-sa-lima/






Ítalo Sá - bisneto
Ordenação Diaconal - dia 02.06.2018
"em tudo amar e servir"

Ordenação Presbiteral - dia 01.12.2018
"Permanecei em meu amor" Lc 15, 9.


Paróquia São Francisco - Uirapuru - Diocese de Guarulhos SP




A Festa das Rosas

Durante este ano festivo 1987/1988, a capelinha dos canudos reuniu a família várias vezes em preparação à festa de setembro de 1988. Um ponto importante foi a festa dos 92 anos da matriarca da família – Dona Merica – no dia 16 de janeiro de 1988. A festa foi chamada de Festa das Rosas. A missa foi celebrada em Ação de Graças pelos aniversariantes do mês que são vários, inclusive o Padre Sebastião, nascido no dia 31 de janeiro. O ponto culminante da festa foi à hora do ofertório quando Gervásio, filho de Manuel Carlos (Carrinho) leu a seguinte mensagem:
“Trago uma rosa para você.
Hoje é o seu aniversário, são 92 anos de vida, quase um século de existência e acreditamos que tê-la conosco é o maior presente que recebemos de Deus. Na alegria desta festa queremos transforma-la numa festa que terá por título “A festa das rosas”.
A rosa é a rainha das flores e a senhora é a rainha da família”.


Logo depois desta mensagem seguiu-se a oferta das rosas a Dona Merica, sendo que cada rosa foi ofertada por um representante da família.


1ª Rosa

A rosa que hoje lhe trago é minha amizade e é ofertada em nome de seu 1° filho, aquele que iniciou a sua prole – João Deusdete.





2ª Rosa

A rosa que lhe trago é a paciência que sempre norteou a sua vida e que é representada pelo seu filho Pedro.





3ª Rosa

A rosa que hoje lhe entrego representa a saudade, a saudade de seu bornozinho e é uma lembrança de sua filha Maria do Carmo – “Mimosa”.




4ª Rosa

A rosa que lhe oferto lembra a alegria e é ofertada em nome de Francisco, “meu” Chico e lembra a alegria que a senhora traz onde quer que se encontre.




5ª Rosa

A rosa que lhe entrego representa a simplicidade que a senhora teve em sua vida, é doada em nome de Rita, sua filha distante.




6ª Rosa

A minha rosa lembra o trabalho, as canseiras e o labor que a senhora teve para criar sua família, é doada por sua filha Almerinda.




7ª Rosa

A rosa da esperança, recorda que nos piores momentos a senhora esperou com fé em Deus, é dada em nome de Manuel Carlos, nosso inesquecível “Carrinho”.





8ª Rosa

A minha rosa representa confiança e é uma dádiva de seu filho Paulo que nunca perdeu a confiança na providência divina.




9ª Rosa

A minha rosa é a representação da humildade que caracterizou a sua existência e é entregue em nome de Isabel, sua filha mais nova.





10ª Rosa

A minha rosa recorda a resignação com quem tem suportado as durezas da vida e é ofertada em nome de Juarez, seu filho enfermo.





11ª Rosa

A rosa representa a coragem com que a senhora lutou para criar sua família tão numerosa e é dada em nome de Ermano.





12ª Rosa

A minha rosa representa a sabedoria, dom que Deus lhe presenteou e que é doada em nome de Jó.





13ª Rosa

A minha rosa é a representação da prudência, virtude pela senhora cultivada e é entregue em nome de Antônio Fernando.





14ª Rosa

A minha rosa lembra o amor, aquele afeto que a senhora cultivou por onde passou e é dádiva de seu filho caçula – Raimundo.







Vale ressaltar que na oferta das rosas houve uma mensagem simbólica, é que foram ofertadas 12 rosas brancas e 2 saudades simbolizando os seus dois filhos falecidos: Mimosa e Carrinho, este fato comoveu a todos e trouxe lágrimas de recordações à querida velhinha.

Depois da oferta das rosas, Aurenívia recitou os seguintes versos em homenagem à aniversariante:


As mães como roseira                                      As tuas rugas sagradas
Em seus maternos carinhos                             venero, mãe, com amor:
Dão rosas a vida inteira                                    são todas elas estradas,
Pra si guardam os espinhos                             por onde andou muita dor.

                                          Tuas lágrimas chorosas
                                          Procura, ó mãe, esquecê-las
                                          Lá em cima as verás mudadas
                                          Em fugurantes estrelas.

Após a celebração da missa, a família reuniu-se para um jantar na casa de Almerinda, a aniversariante cercada dos filhos, netos, bisnetos e trinetos, todos felizes por mais um ano de vida da “dama das rosas”.




Antepassado de Maria de Jesus Sá Lima







Família de João Antônio do Nascimento e Sá em 1934. 
Da esquerda para a direita: Damião Benevides Magalhães, Adalberto, João Antônio do Nascimento e Sá, Euclides Maia e Tibério Sá (em pé); Maria de Jesus Sá Lima [1896-1993] (dona Merica, filha de João Antônio do Nascimento e Sá e Luzia Francisca Sá, foi casada com Manuel Felipe de Lima [1888-1972], filho de Cosme Ferreira Lima e Maria Rosena do Nascimento, trineto paterno do capitão português Pedro da Cunha Lima), Perpétua, Maria Lúcia Magalhães Corrêa (ex-deputada estadual, mãe da ex-prefeita municipal de Caucaia e ex-deputada estadual Inês Arruda), Fransquinha Sá e Cristina (sentadas); Berenice, Roberto e Núbia (sentados no chão).




Família de Ana Perpétua Vieira Sá casada com Adalberto Benevides Magalhães;
Capa do Livro História para Família de Maria Lúcia Magalhães Corrêa 






Sítio Canudos - Mombaça Ceará

Capela de Nossa Senhora do Carmo - Sítio Canudos

Capela de Nossa Senhora do Carmo

Chácara e Memorial -Residência da Família de
Francisco De Deus Lima - Dideus Cosme e Almerinda Sá Lima

Chácara e Memorial - Residência da Família de
Francisco De Deus Lima - Dideus Cosme e Almerinda Sá Lima


Memorial Residência da Família de
Francisco De Deus Lima - Dideus Cosme e Almerinda Sá Lima


Capela do Sítio Canudos

Residência da Família de
João Nascimento Lima e Isabel Sá Lima

Residência da Família de 
Manoel Carlos Sá Lima e Josefa Cadeira Lima 

Residência de José Vicente e Aurenívia Sá Lima
onde morou Antônio Fernandes e Socorro Diógenes

Grupo Escolar Manoel Felipe de Lima

Residência que morou a família de 
Paulo Sá Lima e Teresinha do Nascimento Lima

Residência da Família de
Francisco Sá Lima e Carmelita Ribeiro Lima

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